Mais uma série que sou obrigado a recomendar, uma vez que começou agora a segunda época (nos estados unidos...) é a "Pushing Daisies", cuja primeira época estava a passar em Portugal pela mão da Fox Life com o nome de "Malmequer, Bem-me-quer" .
Ao contrário da série carnivàle, esta série é muito mais soft e acessível a todos. Dificilmente os ambientes poderiam ser mais distintos.
Guardado na secção de : "Equivalente a ter um orgasmo e salvar as baleias ao mesmo tempo" :)
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Carnivàle na sic radical
Um misto de nojo e fascínio foi o que me provocaram os vários episódios que vi desta fantástica série que a Sic Radical teve a coragem de transmitir em Portugal. Sim, coragem porque a série é muito pouco convencional e não foi nitidamente feita para as massas que vêem tudo o que os outros todos vêem. É preciso coragem e estômago para ver também, mas toda a experiência recompensa no final.
A acção passa-se nos anos 30 e a é uma atípica luta entre o bem e o mal: O Irmão Justin (Diabo na terra) e Ben Hawkins. Ambos têm poderes que não compreendem, mas que terão que usar para se destruírem um ao outro.
A série mostra também o dia-dia das pessoas do carnival, um autentico freak-show miserável onde nada é o que parece.
A fotografia e a caracterização estão fantásticas, revelando um mundo muito cru onde a luta é pela sobrevivência,mas há níveis de sobrevivência que todos estão dispostos a suportar.
A série está a dar agora na Sic Radical
2ª a 5ª pelas 00h30
6ª e Sábado pelas 01h45 (repete)
Para os mais impacientes .... fica aqui o link para a primeira
e segunda épocas.
Site oficial na HBO: hbo.com/carnivale
Introdução:
Trailer do dvd 1:
Genérico:
A acção passa-se nos anos 30 e a é uma atípica luta entre o bem e o mal: O Irmão Justin (Diabo na terra) e Ben Hawkins. Ambos têm poderes que não compreendem, mas que terão que usar para se destruírem um ao outro.
A série mostra também o dia-dia das pessoas do carnival, um autentico freak-show miserável onde nada é o que parece.
A fotografia e a caracterização estão fantásticas, revelando um mundo muito cru onde a luta é pela sobrevivência,mas há níveis de sobrevivência que todos estão dispostos a suportar.
A série está a dar agora na Sic Radical
2ª a 5ª pelas 00h30
6ª e Sábado pelas 01h45 (repete)
Para os mais impacientes .... fica aqui o link para a primeira
e segunda épocas.
Site oficial na HBO: hbo.com/carnivale
Introdução:
Trailer do dvd 1:
Genérico:
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Em viagem pelas memórias da História de Espanha
Emocionante, apaixonante e comovente, O Regresso, da escritora e jornalista Victoria Hislop, é editado entre nós pela Civilização.
Ao contrário de tantos outros livros que li até hoje, este deu-me vontade de gritar, de me revoltar, de bater em alguém e até de chorar.

Escrito de uma forma simples e brilhante, a autora que não é espanhola, traz-nos neste romance as dores e as amarguras da Guerra Civil espanhola, que embora tão longe no tempo ela consegui fazer-nos senti-la tão perto.
A acção começa na bela e imponente Granada, no seio de uma família típica, simples, donos de um café, pai, mãe e quatro filhos jovens, todos cheios de sonhos e de garra para vencer.
Um toureiro - Ignacio, uma dançarina de flamenco - Mercedes, um guitarrista - Emilio e um professor - Antonio são os protagonistas deste romance, narrado pelo emotivo Miguel, que nos conta o seu percurso durante os anos da revolução. As suas alegrias e amarguras numa guerra ingrata para todos.
Através das personagens ficcionais vamos também conhecendo um pouco da História de Espanha e das suas dores. Com eles lutamos, amamos, sorrimos e choramos, tudo para agora olharmos para trás, para o legado de uma época triste e não nos esquecermos dos erros que não devemos voltar a cometer e que no fundo, o Amor é o mais importante.
Um livro incontornável.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Os homens que odeiam as mulheres
Citando o Canela e Hortelã:
Män som hatar kvinnor é o primeiro livro da trilogia Millenium, escrito por Stieg Larsson, agora publicado na língua de Camões com título Os homens que odeiam as mulheres, pela Oceanos, da editora ASA.
Mikael Blomqvist é um jornalista e co-fundador da revista Millenium, que se dedica principalmente a desmascarar escândalos na alta finança, mas que acabou de ser declarado culpado de um caso de difamação a uma as mais influentes personalidades suecas.
Henrik Vanger é um grande empresário na reforma com um passado familiar conturbado que anda obcecado há 40 anos com o desaparecimento da menina dos seus olhos, a sua sobrinha Harriet Vanger. Desapareceu sem deixar testemunhas, qualquer prova, mas Henrik está convencido que foi assassinada. Aproveitando-se da problemática situação em que se encontra Mikael, Henrik pede-lhe para escrever um livro sobre os podres da família Vanger, como desculpa para investigar o desaparecimento de Harriet.
Lisbeth Salander é a Rapariga da Tatuagem de Dragão, e é uma investigadora excepcional e irreverente, com muitos trunfos na manga, que irá juntar forças com Mikael para deslindar o mistério da família Vanger.
Com uma intriga forte, cativante, cheia de suspense, Stieg envolve-nos no mundo contemporâneo da corrupção e do crime, da qual ninguém vai sair ileso.
Está também neste momento a ser feitos filme para o primeiro e também para o segundo da trilogia, com titulo em inglês de The girl that played with fire.
Stieg Larsson recebeu o prémio para o Melhor Romance Criminal da Academia Sueca de Ficção Criminal, em 2006, pelo livro Os homens que odeiam as mulheres.
Antes da sua carreira como escritor, Stieg Larsson era conhecido pela sua luta contra o racismo e extrema-direita. Em meados dos anos 80 ajudou a começar um projecto anti violência chamado "Stop the racism". Em 1995 fundou a Expo-foundation, onde mais tarde se tornou chefe executivo. Desde 1999 foi nomeado editor chefe da Expo, uma revista publicada pela organização Expo.
Morreu em Novembro de 2004 de ataque de cardíaco, pouco depois de ter entregue a trilogia Millenium para a editora.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Juliet Marillier em Lisboa para promover "Danças na Floresta"
De aspecto simples e humilde, a jovial autora neozelandesa Juliet Marillier deslocou-se a Portugal para a promoção do seu livro Danças na Floresta, editado entre nós pela Bertrand Editora.
Adjectivada por muitos como a nova "rainha" da literatura fantástica e sempre comparada a Marion Zimmer Bradley, Marillier conversou com o Canela&Hortelã durante a sua passagem por Lisboa.

De forma aberta, sincera e despretensiosa, a autora revelou-nos que apesar da comparação a lisonjear, prefere ser reconhecida por ela própria. "Os meus livros são diferentes, são mais centrados nas personagens, nalguns casos estas são até um pouco mais históricas que as de Bradley", revelou-nos, embora confesse que, nesta fase da sua vida, mais dedicada à casa e à família, vive também através das suas personagens.
Personagens e enredos que lhe surgem de forma fácil, como ela própria confessou, "O Fantástico vem-me naturalmente, se fosse outro tipo de estória se calhar iria ter mais dificuldades".
Embora só tenha começado a publicar os seus trabalhos recentemente, a escrita sempre fez parte da sua vida, desde jovenzinha na escola, um gosto que sempre guardou e voltou a arriscar numa fase mais tardia da sua vida.
Uma aposta que começou logo alta, com a trilogia "Sevenwaters", inspirada nas lendas célticas, primeiramente publicada na Austrália e posteriormente na Grã Bretanha e nos Estados Unidos, depois pelo resto do mundo, revelando-se um verdadeiro sucesso editorial, chegando mesmo a ganhar vários prémios.
Um sucesso confirmado com a trilogia "As Crónicas de Bridei" e a "Saga das Ilhas Brilhantes", inspirados nas lendas escocesas e galesas e que não subiu à cabeça da autora. "Sou uma pessoa normal, que vive uma vida simples, onde eu moro todos sabem quem eu sou e o que eu faço, não me deixei afectar pela fama, trato do jardim, dos netos e da casa, como qualquer pessoa", confessou.

Para compor as suas estórias diz fazer muita pesquisa, "leio muitos livros de referência, pesquiso na internet para encontrar ideias e também viajo muito", revelou.
E foi numa das suas viagens que "criou" as cinco irmãs que protagonizam este último romance, cuja acção decorre nas misteriosas e encantadas florestas da Transilvânia, na Roménia.
"Eu queria escrever um romance baseado no conto "As Doze Princesas Bailarinas" e depois dos outros livros, eu queria escrever um que fosse um pouco mais "negro", então pensei na Transilvânia e nos seus contos, então lá, surgiu esta estória, um pouco mais próxima do mundo real e para um público um pouco mais jovem que o habitual", contou a autora.
"Esta é uma estória sobre uma família de cinco raparigas, a relação entre elas e também uma estória de amor. ", descreve Marillier, que destaca como especial neste livro a relação entre Jena (a filha mais velha) e Gogu (o seu sapo de estimação), um par que vai lutar por um final feliz, tal como Tati (a segunda filha) e Tristeza (um jovem do Povo da Noite).
Os finais felizes que são um elemento obrigatório nos romances de Juliet Marillier, que nunca escreveu um livro em que as personagens não terminassem bem. Um desfecho que espera repetir no seu próximo livro "Heart's Blood", um romance gótico, com fantasmas como protagonistas, que espera entregar ao seu editor no fim do ano. Mais ou menos na mesma altura, está prevista a publicação em Portugal de Cybele's Secret, uma estória que tem por cenário a Turquia dos sultões.
Julliet Marillier regressa a casa no fim-de-semana, depois de uma sessão de autógrafos, hoje dia 17, na Fnac do Colombo, pelas 18h00, uma breve visita a Lisboa e outra a Sintra, com um grupo muito especial de leitores, que pretendem mostrar à autora fantástica, um dos locais mais fantásticos e místicos do nosso país, quem sabe não inspirarão a autora num próximo livro.
Adjectivada por muitos como a nova "rainha" da literatura fantástica e sempre comparada a Marion Zimmer Bradley, Marillier conversou com o Canela&Hortelã durante a sua passagem por Lisboa.

De forma aberta, sincera e despretensiosa, a autora revelou-nos que apesar da comparação a lisonjear, prefere ser reconhecida por ela própria. "Os meus livros são diferentes, são mais centrados nas personagens, nalguns casos estas são até um pouco mais históricas que as de Bradley", revelou-nos, embora confesse que, nesta fase da sua vida, mais dedicada à casa e à família, vive também através das suas personagens.
Personagens e enredos que lhe surgem de forma fácil, como ela própria confessou, "O Fantástico vem-me naturalmente, se fosse outro tipo de estória se calhar iria ter mais dificuldades".
Embora só tenha começado a publicar os seus trabalhos recentemente, a escrita sempre fez parte da sua vida, desde jovenzinha na escola, um gosto que sempre guardou e voltou a arriscar numa fase mais tardia da sua vida.
Uma aposta que começou logo alta, com a trilogia "Sevenwaters", inspirada nas lendas célticas, primeiramente publicada na Austrália e posteriormente na Grã Bretanha e nos Estados Unidos, depois pelo resto do mundo, revelando-se um verdadeiro sucesso editorial, chegando mesmo a ganhar vários prémios.
Um sucesso confirmado com a trilogia "As Crónicas de Bridei" e a "Saga das Ilhas Brilhantes", inspirados nas lendas escocesas e galesas e que não subiu à cabeça da autora. "Sou uma pessoa normal, que vive uma vida simples, onde eu moro todos sabem quem eu sou e o que eu faço, não me deixei afectar pela fama, trato do jardim, dos netos e da casa, como qualquer pessoa", confessou.

Para compor as suas estórias diz fazer muita pesquisa, "leio muitos livros de referência, pesquiso na internet para encontrar ideias e também viajo muito", revelou.
E foi numa das suas viagens que "criou" as cinco irmãs que protagonizam este último romance, cuja acção decorre nas misteriosas e encantadas florestas da Transilvânia, na Roménia.
"Eu queria escrever um romance baseado no conto "As Doze Princesas Bailarinas" e depois dos outros livros, eu queria escrever um que fosse um pouco mais "negro", então pensei na Transilvânia e nos seus contos, então lá, surgiu esta estória, um pouco mais próxima do mundo real e para um público um pouco mais jovem que o habitual", contou a autora.
"Esta é uma estória sobre uma família de cinco raparigas, a relação entre elas e também uma estória de amor. ", descreve Marillier, que destaca como especial neste livro a relação entre Jena (a filha mais velha) e Gogu (o seu sapo de estimação), um par que vai lutar por um final feliz, tal como Tati (a segunda filha) e Tristeza (um jovem do Povo da Noite).
Os finais felizes que são um elemento obrigatório nos romances de Juliet Marillier, que nunca escreveu um livro em que as personagens não terminassem bem. Um desfecho que espera repetir no seu próximo livro "Heart's Blood", um romance gótico, com fantasmas como protagonistas, que espera entregar ao seu editor no fim do ano. Mais ou menos na mesma altura, está prevista a publicação em Portugal de Cybele's Secret, uma estória que tem por cenário a Turquia dos sultões.
Julliet Marillier regressa a casa no fim-de-semana, depois de uma sessão de autógrafos, hoje dia 17, na Fnac do Colombo, pelas 18h00, uma breve visita a Lisboa e outra a Sintra, com um grupo muito especial de leitores, que pretendem mostrar à autora fantástica, um dos locais mais fantásticos e místicos do nosso país, quem sabe não inspirarão a autora num próximo livro.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
I kissed a girl and I liked it !!
Katy Hudson . Felizmente para nós, a menina cresceu e bem :D
Aqui fica o seu último single absolutamente viciante!
Katy Perry - I kissed a girl and I liked it!
Aqui fica o seu último single absolutamente viciante!
Katy Perry - I kissed a girl and I liked it!
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